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Albert Frisch (1840-1918)

"Albert Christoph Frisch, so sein vollständiger Name, wurde am 31. Mai 1840 in Augsburg geboren und wuchs nach dem frühen Tod seiner Mutter in einem Waisenhaus in der mittelfränkischen Provinz auf, wo er nach absolvierter Lehre zunächst als Konditor tätig war (Kohl 2005, 2006 und 2012). Ende der 1850er Jahre wechselte er in die bayerische Hauptstadt München und versuchte sich im Kunsthandel. Gefördert durch seinen damaligen Arbeitgeber, absolvierte er in einer angesehenen litho-graphischen Anstalt in Paris ein Praktikum und kam dort auf die Idee, in Südamerika bunte Druckbilder mit reli-giösen Motiven zu vertreiben. ..." - https://www.academia.edu/11159540/Albert_Frisch_und_die_ersten_global_zirkulierenden_Amazonasfotografien, 04.06.2019

"Reproduktionstechniker; Kunstverleger; entwickelte 1896 den Dreifarbenlichtdruck" - gnd, 01.01.2019

"F.s Entwicklung als Photograph und Reproduktionstechniker begann bei Josef Albert, dem Miterfinder und Verbesserer des Lichtdrucks, in München. 1860 reiste er nach Buenos Aires und Rio de Janeiro. Im Amazonasgebiet stellte er photographische Aufnahmen seltener Pflanzen für die seit 1840 von ihrem Begründer C. Ph. Martius herausgegebene „Flora brasiliensis“ her. Dann arbeitete er wieder mit J. Albert zusammen an der Verbesserung und Verbreitung des Lichtdrucks, bis 1870 in der Steindruckerei von Le Mercier in Paris, später bei Bierstadt & Co. in New York. Unter der Firma Nöhring & F. verselbständigte er sich 1874 in Lübeck, gründete aber bereits 1875 in Berlin, unterstützt durch die Königlichen Museen, einen Kunstverlag und eine Licht- und Steindruckerei, in der er den Dreifarbenlichtdruck entwickelte (1896)." - https://www.deutsche-biographie.de/sfz17603.html, 31.12.2018

"1840 – Christoph Albert Frisch nasceu em Augsburgo, na Baviera, em 31 de maio. Foi criado em um orfanato, devido à morte precoce de sua mãe.
Final da década de 1850 – Frisch partiu para Munique, capital da Bavária, onde começou a trabalhar no comércio de arte. Com o apoio de seu empregador, trabalhou como aprendiz em uma litografia em Paris.
Início da década de 1860 – Partiu para Buenos Aires, capital da Argentina, onde tentou, sem sucesso, se estabelecer como comerciante de estampas de imagens religiosas. Trabalhou, então, na região dos Pampas, como professor particular e gerente de um criador de gado.
1863 – Frisch retornou para Buenos Aires, onde, aos 23 anos, começou sua carreira de fotógrafo, quando um alemão, que ele havia conhecido em uma taverna, o recomendou para seu empregador, o norte-americano Arthur Terry, dono de um estúdio fotográfico. Poucos meses depois, Frisch foi para o Paraguai abrir um estúdio fotográfico, a pedido do próprio presidente do país, Solano Lopez (1827- 1870).
1864 – Devido à Guerra do Paraguai, Frisch foi para o Rio de Janeiro.
1865 - Começou a trabalhar no recém-inaugurado setor de fotografia da Casa Leuzinger, no Rio de Janeiro.
1867 – Viajou ao Pará como fotógrafo de uma expedição liderada pelo engenheiro alemão Joseph Keller e pelo fotógrafo, desenhista e pintor Franz Keller (1835 – 1890)(Diário do Povo, de 14 de novembro de 1867, na primeira coluna). Transitaram pela região dos rios Madeira e Mamoré, onde o governo imperial pretendia construir uma estrada de ferro. Albert Frisch … percorreu 400 léguas pelo rio Amazonas e seus afluentes durante 5 meses…, num barco acompanhado por dois remadores, desde Tabatinga até Manaus. Produziu na ocasião uma pioneira série de 98 fotografias com os primeiros registros que chegaram até nós de índios brasileiros da região, além de aspectos de fauna e flora e de barqueiros de origem boliviana que atuavam como comerciantes itinerantes nos rios amazônicos.
1868 – Retornou ao sul do Brasil, a bordo do vapor Cruzeiro do Sul (Jornal Pedro II, de 24 de novembro de 1868, na quarta coluna).
1869 – As imagens produzidas por Frisch durante a expedição pela Amazônia começaram a ser comercializadas a partir de um catálogo publicado pela Casa Leuzinger, Resultat d’une expédition phographique sur le Solimões ou Alto Amazonas et Rio Negro.
1870 – Frisch retornou à Alemanha e passou a trabalhar com o fotógrafo alemão Joseph Albert (1825 – 1886), que aperfeiçoou a técnica da colotipia, e com quem aprendeu as mais novas tecnologias de impressão fotomecânica da época.
1871 - Partiu para Nova York, onde continuou trabalhando como fotógrafo.
1872 – Voltou para a Alemanha, onde abriu seu próprio estúdio fotográfico.
1874 – Durante esse ano, Frisch trabalhou por um curto período com o fotógrafo Johannes Nöhring (1834 – 1913), de Lübeck.
Neste ano Franz Keller publicou o livro ilustrado Von Amazonas und Madeira, com gravuras baseadas em desenhos de seu irmão, o professor Ferdinand Keller, realizadas a partir dos esboços originais feitos por Franz na Amazônia.
1875 – Frisch mudou-se para Berlin e abriu o Kunstanstalt Albert Frisch, especializado na produção de reproduções fotomecânicas de alta qualidade. Depois de sua morte, seu filho, também Albert, continuou o negócio.
1918 – Faleceu em Berlim, em 30 de maio." - http://brasilianafotografica.bn.br/?tag=christoph-albert-frisch, 27.08.2019

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